COTAS RACIAIS: como é o desempenho e oportunidades entre cotistas e não cotistas nas universidades e no mercado de trabalho?

Podemos definir como desigualdade racial a discrepância social entre pessoas brancas e negras que afeta economicamente e socialmente um determinado grupo étnico. Não tendo as mesmas condições de se elevar socialmente, negros, pardos e pessoas que se enquadram nesse grupo social sofrem com a desigualdade e com os estigmas atribuídos a sua classe. Como sua maioria é proveniente de origem pobre, sendo baixa renda e com pouca escolaridade e oportunidades (emprego, estudos, mobilidade social), tais fatores atrapalham a sua entrada no ensino superior, em concursos públicos e no mercado de trabalho por sofrerem o peso da discriminação racial. Esses aspectos são tratados por vários autores que abordaremos na realização do trabalho, como Evangelista (2017) e Hryniewicz (2016).

Este tema foi escolhido porque, ainda que não esteja solucionado, é importante verificar a diferença de oportunidades entre os grupos sociais de negros e não negros, uma vez que isso afeta, desde sua infância, o tipo de oportunidade que ele terá em sua vida adulta, seja ela de ingressar no mercado de trabalho ou no ensino superior. Por exemplo, no que diz o ingresso de alunos no ensino superior há 50% das vagas destinadas a cotas raciais e sociais (lei 12711/12) e cotas destinadas a concursos públicos verifica-se, através da lei 12.990/2014 20% de cotas raciais.

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